Militares querem general Augusto Heleno para presidente

Militares tentam convencer o general da reserva Augusto Heleno a disputar a presidência da República
Militares tentam convencer o general da reserva Augusto Heleno a disputar a presidência da República, em 2014, de integridade jamais questionada, ele tem um currículo para poucos, é “tríplice coroado”: foi primeiro lugar nas exigentes Academias das Agulhas Negras, Escola de Aperfeiçoamento de Oficiais e Escola de Comando e Estado-Maior no Exército e comandou a Minustah, missão militar da ONU no Haiti.

Comandante Militar da Amazônia, Heleno chamou a política indigenista da era Lula de “caótica”, por isso foi perseguido até ir para a reserva.

A crítica de Heleno era segura: “Não sou da esquerda escocesa, que, atrás de um copo de uísque 12 anos, resolve os problemas do Brasil”.

Antes de chamar a política indigenista de “caótica”, Heleno estudou o assunto e visitou mais de quinze comunidades indígenas.

Entende-se que são mínimas as chances do General Heleno eleger-se presidente da república, pois seria candidato por um partido nanico, teria pouquíssimo tempo de TV e escassos recursos para uma campanha eficiente, além da natural falta de traquejo político.

Entretanto, é inegável que se trata de uma figura respeitável, visto como uma liderança genuína pela tropa, ao contrário dos Comandantes das Forças Armadas, indelevelmente ligada ao governo petista e descolados dos reais interesses de seus comandados.

O general conquistou credibilidade junto ao meio civil por ter uma postura ponderada, equilibrada e sensata, que reflete posições firmes, sem, entretanto, aliar-se a ladainha da maioria dos estrelados de pijama, que adotam e reverberam discursos que caberiam nos anos 1960, não em nossos dias.

Por isso, o lançamento de seu nome para o cargo máximo da República seria uma excelente oportunidade para alavancar candidaturas comprometidas com os interesses castrenses, formando no Congresso a tão sonhada bancada militar.(Jornal Negócio fechado)

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