Tornozeleira eletrônica monitora passos de 275 agressores de mulheres na Grande BH

Tornozeleira eletrônica
O equipamento pode ser usado nas pernas ou com a instalação do sensor em brincos e acessórios

Duzentos e setenta e cinco agressores de mulheres estão sendo monitorados, eletronicamente, em Belo Horizonte e Região Metropolitana de Belo Horizonte. O programa de rastreamento para casos enquadrados na Lei Maria da Penha foi criado há um ano e, atualmente, não está disponível em todos os municípios mineiros.
A tecnologia impede a aproximação do homem da vítima de violência doméstica. O autor do crime, conforme a Secretaria de Estado de Defesa Social (Seds), usa a tornozeleira eletrônica. A vítima, por sua vez, carrega um dispositivo móvel semelhante a um celular. Se homem que cometeu a violência se aproximar da mulher o aparelho detecta a aproximação do autor.
 
Conforme a Secretaria de Estado de Defesa Social (Seds), quando foi lançado, 37 pessoas tinha seus passos rastreados. O aumento de monitoramento foi de quase 650% em um ano. “Estamos no caminho certo e manteremos o nosso padrão de excelência”, ressaltou o subsecretário de Administração Prisional, Murilo Andrade de Oliveira.
 
Segurança
 
O Governo de Minas começou a utilizar as tornozeleiras eletrônicas como forma de monitoramento de presos em dezembro de 2012. Desde então, 2.269 detentos já entraram no programa. Atualmente, o número total de pessoas monitoradas é de 1.321. (Hoje em Dia)

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