Policiais militares de Minas Gerais denunciam perseguição de superiores

As denúncias envolvem a alta cúpula da corporação
Seis PMs encabeçaram as denúnciasRecord Minas
Seis policiais militares fizeram denúncias de assédio moral, perseguição e ameaças dentro dos batalhões em reunião da Comissão de Direitos Humanos da Assembleia Legislativa de Minas Gerais nesta quarta-feira (2).  
Sônia de Jesus Samora está entre os prejudicados. Ela foi afastada do cargo de terceiro sargento e punida por ato grave de indisciplina por discordar de uma opinião do comandante corregedor da policia.  
— Foi uma palavra que eu disse a ele de forma discilplinada, de forma correta e digna. Ele só não aceitou o que eu disse em relação ao trabalho. Após isso, recebi três comunicações disciplinares por falta de serviço sem eu ter faltado nenhum dia.  
As denúncias foram levadas ao Ministério Público e envolvem a alta patente da PM no estado.  
O deputado estadual Sargento Rodrigues mostrou um painel administrativo onde os policias se comunicam pela intranet da PM. No documento uma coronel manda mensagens para o Tenente Coronel Cleinis de Alvarenga Mafra, médico chefe da Junta Central de Saúde da corporação, recomendando a ele algo sobre a situação clínica de um capitão da ativa.  
De acordo com o presidente da Comissão de Direitos Humanos da Assembleia, Durval Ângelo, o Conselho Federal de Medicina precisa intervir na Junta Médica.  
— A junta médica central age com perseguição, se subordina aos desejos de superiores e ao mesmo tempo age na ilegalidade.   Os comandantes do policiamento do estado, da ouvidoria e da corregedoria nao quiseram gravar entrevistas. Eles disseram que estes são casos internos e não de interesse público. (R7)

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